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Preço: R$38,00

Menina da Fazenda

Daniela Echevenguá Teixeira (ilustrações de Rita Brugger) (Infantil)

 

Daniela resgata com toda a intensidade esse prazer do encanto pela descoberta do mundo por meio de seu livro-contado “Menina da Fazenda”, em que a personagem-título transita com seu deslumbramento pelo cenário bucólico de uma localidade rural, permeada pelos encantos que povoam as mais queridas lembranças de qualquer adulto. Galinhas botando ovos no galinheiro, passeios a cavalo, o despertar cedinho sob o canto dos passarinhos, o sol que se põe por detrás da porteira, a atividade dos peões, a limpidez de um riacho, o trabalho incessante dos insetos, tudo isso ganha vida na recriação proposta pela autora em um texto que salta da imobilidade das linhas impressas para ser narrado em voz alta e escutado por ouvidos atentos. O livro é ricamente ilustrado por Rita Bromberg Brugger, enfatizando a magia do universo infantil recriado por Daniela em um belo texto, de retomada ao que há de mais bonito na infância: a beleza de ver o mundo com olhos novos.

Menina da Fazenda, de Daniela Echevenguá Teixeira (ilustrações de Rita Brugger) (Infantil)

ISBN 978-85-63057-09-9
76 páginas | Capa Dura
Valor: 38,00

 

 

 

Preço: R$26,00

Nikos e o Labirinto

Hellen Schumacher Magnani (ilustrações de Iotti) (Infantil)

Nikos é um menino que um belo dia resolve ser gente, vai enfrentar o mundo, transformar a energia de seus medos em desejo, trilhar pelos corredores de um labirinto que, na verdade, nada mais é do que o cenário repleto de perguntas-sem-respostas do mundo, aquilo que está na base das grandes questões da existência: Quem somos nós? O que fazemos aqui? Quem são nossos companheiros de viagem? Para onde vamos?

Homenageando um de seus autores favoritos, o grande escritor grego Nikos Kazantzakis, Hellen construiu – associando-se ao traço refinado do cartunista Iotti – esta bela fábula da infância, a qual temos o orgulho, como editores, de fazer chegar ao público leitor infantil e adulto de qualquer idade.

Nikos e o labirinto, de Hellen Schumacher Magnani (ilustrações de Iotti) (Infantil)

ISBN 978-85-63057-10-5
30 páginas | Brochura
Valor: 26,00

 

 

Preço: R$22,00

Rol do Insensatos

A poética de Odegar Junior Petry repousa na já tradição da pós-modernidade – que tudo liquidifica, tritura e recicla, num processo de plagiotropia infinita. O compromisso de Petry é menos  com o experimentalismo cerebral que com a inclusão no mundo, especialmente no mundo da cultura – noosfera, blogosfera, livro, música etc.

Seu livro mostra monólogos e diálogos travados nos lençóis freáticos do mundo do espetáculo. O poeta – baluarte do inconformismo –com longa carreira na cena alternativa gaúcha – trança armas na guerra cultural que agora se processa: de um lado da trincheira, a poesia midiática, voltada para o mercado, tributária da linguagem formal e pronta para assumir seu papel no mercado e nas instituições; do outro lado, a poesia de resistência, que proclama a poesia como último bastião contra a completa uniformização da cultura pop. Na guerra de trincheiras e movimentos  de poetas integrados versus poetas transgressivos, Petry pertence ao rol dos “insensatos”, daqueles que lutam pelo poder iluminador do poema. Luís Antônio Giron

Rol dos Insensatos, de Odegar Petry Junior (Poesia)

ISBN 978-85-63057-11-2
80 páginas | Brochura
Valor: 22,00

 

 

Preço: R$28,00

Pequenas Crises – Pesquisas em Comunicação e Experiência Estética

Fabricio Silveira (Org.)

Neste livro há um núcleo ao redor do qual gravitam vários relatos e experiências de pesquisa, todas elas em curso no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (São Leopoldo – RS), nos níveis de mestrado e doutorado, durante o primeiro semestre de 2010. A intenção do conjunto de ensaios é explorar uma diversidade de objetos comunicacionais pelo viés da(s) estética(s) da comunicação que se pode cogitar (e construir) a partir de Gumbrecht – e não só a partir dele, mas cotejando-o, compatibilizando-o também com outros referenciais e outros quadros teóricos.

 

 

Preço: R$28,00

Chegaram os Americanos

Paulo Ribeiro

E afinal o mundo nos conduziu a este ponto, no qual devemos nos perguntar se a realidade é realmente real. É real? Não é real? Orson Welles, personagem tangencial de “Chegaram os americanos”, afirmou que nunca almejou a realidade, e sim a verdade. Eis o princípio catalisador de Paulo Ribeiro em seu novo livro.
E a verdade de Paulo Ribeiro surge lisa feito sabonete molhado ou sapo n’água, deslizante como a própria realidade, pois é construída de poesia. O modo enviesado de narrar do autor é conhecido desde “Glaucha” (1989), estendendo-se a toda uma obra que não só pára em pé como desequilibra por sua ousadia experimental.
E a História, assim com H maiúsculo: o quanto há de verdade nela? Partamos do início: a visita ao Brasil de Gregg Toland, diretor de fotografia de “Citizen Kane”, clássico de Orson Welles. Ciceroneado pelo jornalista Justino Martins, o cinegrafista hollywoodiano se depara com a realidade do interior do Rio Grande do Sul.
E a História, assim com H maiúsculo: o quanto há de poesia nela? É necessário refazer a pergunta, afinal temos aqui uma única visão sob duplo filtro: a do fotógrafo e a do escritor. Qual seria mais real? E mais verdadeira? Ambas as respostas estão neste romance de Paulo Ribeiro, um autor que alveja a realidade e acerta a verdade.

Joca Reiners Terron

 

Preço: R$28,00

Redemoinho

Jayme Paviani

Entre a rede, que avança e reitera em seus limites descontínuos a existência do mundo e suas implicações no desejo do homem, e o moinho que, descentrado, move e demove o tempo cíclico, o poema de Jayme Paviani nos oferece a surpreendente possibilidade de poder ser lido a partir de qualquer um de seus delicados versos duplos.

Marco de Menezes, poeta e editor.

kelvin_capa 

Preço: R$25,00

Conversas Apócrifas com Enrique Vila-Matas


Kelvin Falcão Klein

“Conversas apócrifras com Enrique Vila-Matas” é o novo lançamento da editora Modelo de Nuvem. Neste livro, Kelvin Falcão Klein interroga Vila-Matas através de alguns tópicos que terminam por se mesclar: amigos, leituras etc. Tanto o autor quanto a esfinge respondem com generosidade, frisando, contudo, que a conversa é sempre uma atividade policialesca e que o criminoso e o detetive estão continuamente trocando de lugares, como uma dança de cadeiras.

Enrique Vila-Matas é uma esfinge, um enigma do tempo presente: sua figura de autor é constantemente requisitada, mas, em seus livros, o autor está sempre escondido por trás de uma profusão de nomes e de vidas, famosas ou não.

Como costuma acontecer com os livros difíceis de classificar, este também funciona para leitores muito distintos. Aqueles que conhecem Vila-Matas encontrarão familiaridade nos comentários sobre livros como Bartleby e companhia e O mal de Montano, e serão bem providos de detalhes acerca do processo criativo, da técnica e das concepções do escritor.

Aqueles que, por outro lado, não conhecem Vila-Matas, ficarão impressionados com a leveza de seus voos pelas literaturas mais diversas e com seu contato íntimo e criativo com os textos.

E, no fim de tudo isso, como uma conversa se torna apócrifa? Essa é uma das perguntas que só a visita às páginas deste livro pode responder.

 

Preço: R$20,00

Fim das Coisas Velhas


Marco de Menezes

Selo Prêmio Açorianos de Literatura “Fim das Coisas Velhas” é o terceiro volume de poemas de Marco de Menezes. Lançado em Outubro de 2009 é o primeiro título da editora Modelo de Nuvem (em parceria com a Do Arco da Velha Livraria) e foi um dos livros mais vendidos dentre os autores regionais na Feira do Livro de Caxias do Sul. Neste livro, assim como nos anteriores, Marco realiza uma poesia voltada para as coisas do cotidiano, estruturando sua poética sobre temas contemporâneos como a constatação de que não há mais contemplação e possibilidade de observarmos as coisas envelhecerem. Tudo fenece em face da sanha pela novidade, as coisas (imagens, objetos, paisagens urbanas, falas, ideias) são amputadas antes de completarem sua curva vital, de modo que o cenário da vida não se sustenta, não tem fixidez, se volatiliza a cada instante e faz desaparecer o sentido de continuidade e permanência.

 

Fim das coisas velhas começa no meio de uma conversa. Fala, sem começo nem fim, aos tropeços, sobre incidentes perdidos. Que águas arrastam as coisas velhas? O tempo, a morte, o desinteresse. Cantar o que deve ser guardado na lembrança era outrora função de cantores amparados pela Memória coletiva. Disso encarrega-se agora o jornal, passageiro como os acontecimentos que se fazem notícia. Como a imprensa não tem olhos em toda parte, fatos que poderiam alimentar a curiosidade de muitos somem sem deixar rastro. As águas levam pequenas e grandes ocorrências, próteses e órgãos do corpo. Resiste o que permanece no afeto, o que se faz poesia. Marco de Menezes penetra fundo no cotidiano. Aponta o que não aspira à divulgação de periódicos, coisas miúdas como gotículas de pó. Marco as salva da conversa e as transforma em versos sonoros, ritmos controlados e variados. Em contato com a insignificância de todos os dias, as palavras se renovam, acenam, protestam contra a indiferença, resistem.

Donaldo Schüler.

A poesia de Marco de Menezes parece estar imersa corajosamente e de forma livre nesse abismo pelaginoso de referências que tende a abafar as singulares vozes. O fim das coisas velhas é, a uma só vez, a poesia tanto da tradição, quanto aquela só possível de ser levada a efeito pelo sujeito Marco de Menezes, e irredutível a quem quer que seja.

Ronald Augusto, poeta e crítico literário.

ode paranoide 

Preço: R$ 32,00

 

Ode Paranoide

De Marco de Menezes (poesia) e Marina Polidoro (liustrações)

Marco, poeta, e Marina, artista plástica. Neste projeto conjunto os dois autores se aliam para tratar da impostura com que as cenas sociais são engendradas, em particular as relações – autoritárias – antepostas à valoração moral do cotidiano e da impermanência, indo buscar na infância material de poesia e confrontação.

A poesia de Marco de Menezes, em seu quarto livro, e as imagens de Marina Polidoro – ao mesmo tempo fortes e delicadas, dialogam neste projeto que expõe algo da violência e do lirismo do cotidiano. A abordagem de ambos se apresenta de modo que palavra e composição visual constituem texturas, fragmentos e sobreposições – que tentam dar conta de aspectos sombrios e obscuros do ser, inerentes à condição humana.

historia de nao acontecer 

Preço: R$ 25,00

História de Não Acontecer


Reges Schwaab

“História de não acontecer” é o primeiro livro de Reges Schwaab e é, também, o texto que inaugura a coleção de prosa de ficção da editora Modelo de Nuvem.

Nesta estréia, Reges traz uma narrativa de formas breves estruturada com rigor e com poética singular, que trata da solidão do indivíduo e da composição da alteridade, aproximando-se de autores contemporâneos como Alessandro Barico e Gonçalo M. Tavares.

Eu vou conseguir ficar na aula 

Preço: R$22,00

Eu Vou Conseguir Ficar na Aula


Nana Corte

Nana Corte, além de artista plástica, é professora há mais de 25 anos. Com sua experiência de sala de aula pode vivenciar inúmeras situações que, ao longo do tempo, foram lhe mostrando o quanto o projeto de sistema educacional no Brasil, apesar dos professores e dos alunos, é opressor e pesado para as crianças e adolescentes (e também para os próprios professores).

A escola, ao contrário do que deveria ser, torna-se um ambiente que tolhe a capacidade imaginativa dos jovens e os reprime de maneira constante. Nana, com sua ironia e humor finos, aponta estratégias para se conseguir ficar em sala de aula. Com as ilustrações de Adão Iturrusgarai, criador de Aline e de vários personagens que são publicados em grandes veículos, como Folha de São Paulo, este livro mostra quais são os estratagemas inventados de forma recorrente e bem humorada pelos alunos como último recurso possível para poder se suportar a tradicional sala de aula.